HISTORIA DE NOSSA GENTE

Neste quadro que estamos iniciando neste mês (jan./2012), falaremos um pouco da história de pessoas/famílias, que fizeram ou ainda fazem parte da história da nossa cidade. Iniciaremos contando a história da professora Maria do Socorro Costa, carinhosamente conhecida como professora Coinha. A professora Coinha é Rosariense, tem 65 anos, destes 40 anos foram dedicados ao magistério. É a quarta dos 10 filhos do casal, Antonio Costa, que era conhecido como Caboclo Ferreiro devido a profissão, e da professora Raimunda Rosa Santos Costa. Iniciou sua vida escolar – alfabetização - com as saudosas professoras, Dorotéia Queiroz e Maria de Lourdes Nina Pinheiro. Cursou o primário no colégio Joaquim Santos e o ginásio na escola normal Raimundo João Saldanha em Rosário. Em São Luis fez o 1º ano normal no colégio Ateneu Teixeira Mendes e 2º e 3º ano no instituto de educação do estado, antes Escola Normal. É licenciada em pedagogia pela Universidade Estadual do Maranhão (UEMA). Iniciou sua carreira profissional em Rosário, no ano de 1972, como supervisora de área do extinto Mobral, em uma área que envolvia os municípios de Rosário, Axixa, Presidente Juscelino, Itapecuru- Mirim e Santa Rita. Em 1975 ingressou na fundação Rocret Pinto (CEMA), como orientadora de aprendizagem, no inicio da educação à distância por meio da televisão, função na qual hoje ela é aposentada. Em 1984 viveu uma experiência de lecionar em uma escola rural na comunidade Mojó, próximo da pedreira Redimix, depois de aprovada em um concurso para o Instituto Mairiporã do Maranhão, que era mantido pela Pedreira Anhaguera com sede em São Paulo. Na rede Municipal de ensino, só depois de aprovada no concurso de 1997, exerceu a função de professora na escola Municipal Dorotéia Queiroz, e atualmente continua desempenhando na escola Manoel Silva Cantanhede, no Bairro do Paraíso. Hoje, sente-se realizada por ainda estar exercendo o magistério, pelo amor que tem em ser educadora, por está trabalhando com profissionais que foram suas alunas, e lembrou de um aluno da comunidade Vidéo, de nome Nilton, que vinha pra escola andando pela estrada de ferro. - Hoje ele vive bem, é formado em economia, e eu gostaria que os jovens de hoje tivesse essa garra de estudar trabalhar e ser independente, disse a professora. A professora finalizou nossa conversa com uma frase de Gaandi: “ A verdadeira educação consiste em por a descoberto o melhor de uma pessoa. Nisto é preciso à arte de educar, a mais difícil e mais bela de todas”.




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